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CADEIRA 34

PADRE ANTONIO COBALCHINE

PADRE ANTONIO COBALCHINE Nasceu em 19 de fevereiro de 1881, em Passano del Grappa, província de Vicenza, na Itália. Missionário católico, deixou a Itália em 1898 em demanda para o Brasil, fixando-se em Cuiabá onde, por algum tempo, lecionou Ciências Físicas e Naturais. Tendo adoecido, voltou à sua pátria. Aí, se dedicou aos estudos teológicos, coroados em 1903 com a ordenação sacerdotal. Retornando ao Brasil, em 1905, foi destinado à Missão dos Índios Bororo do Araguaia. Aí permaneceu até 1936.

Em 1938 foi distinguido com a medalha da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul. Em 1949, reiniciou sua peregrinação pelo Rio das Mortes. Nomeado Capelão da Fundação Brasil Central, passou a residir em Xavantina. Aí se deu sua grande conquista. Após esquadrinhar, de avião, as florestas do rio das Mortes, finalmente encontrou-se pela primeira vez com os índios Xavante, a mais feroz das tribos indígenas do Brasil, em 1951.

Em 1959, quase octogenário, tendo vivido a maior parte de sua vida no Brasil, regressou á Itália, onde a morte veio colhê-lo justamente em meio missionárias na Cecília e em Roma, em favor dos “seus” Xavantes.

O Padre Cobalchini foi trabalhador incansável, missionário e etnólogo, comentador e crítico de fama internacional. Escreveu numerosos trabalhos literários e científicos entre quais “A luz do Cruzeiro do sul”, “A Cruz nas Selvas”, ”O Mistério da Floresta”. São incontáveis os artigos publicados em jornais, revistas nacionais e estrangeiras. Sua obra prima foi “O Bororo Orarimungodoge del Matto Grosso, Brasile”

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