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HISTÓRICO DA ACADEMIA

A Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste é, por excelência, um exemplo de como se pode conseguir o desenvolvimento de uma ideia, de uma cidade e de uma região com um pouco de sonho, luta e dedicação de um grupo de pessoas.

 

Sendo o seu principal mentor, Valdon Varjão materializou seu sonho auxiliado por um grupo de visionários do “fazer cultural” , que, assim como ele mesmo, se imbuíram de coragem e afinco para definir a efetivação jurídica da organização. Em sucessivos encontros, Varjão se reuniu com Daphnis Oliveira, Florisvaldo Flores Lopes, Natalice Rego Flores Marcolan, Edna Oliveira Capocci e Melchíades Mota, para elaboração de estatutos, seleção de candidatos a membros e definição de nomes para os patronos das 60 cadeiras que comporiam o quadro da Academia.

 

Assim, em 15 de setembro de 1987, como parte da programação dos festejos de aniversário da cidade de Barra do Garças, a Academia foi fundada em sessão solene, no Clube Balneário Peixinho. A solenidade foi presidida por João Chiarini, presidente da Academia Piracicabana de Letras, na qual Varjão se inspirou, quando ali foi empossado como membro.

 

Alguns anos depois, em dezembro de 1992, a Prefeitura de Barra do Garças cedeu em comodato de 10 anos para a Academia, uma casa antiga na rua 1º de Maio, onde passou a funcionar a Escolinha Municipal de Artes, em comodato. Ali, a Academia acomodou e conviveu principalmente com os cursos de Artes, de Música e com a Banda Municipal.

 

Em 1996, o escritor e músico Divino Arbués foi convidado a integrar a Comissão para Regulamentação da Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Mato Grosso, que veio a constituir o primeiro Conselho Estadual de Cultura.

 

Vislumbrando a possibilidade de realização legal para a construção da sede da Academia, Divino sugeriu a um grupo de acadêmicos que fosse apresentado um projeto pela Lei de Incentivo. Assim sendo, a Prof. Zélia Diniz, Melchíades Mota e Milton Mendes da Silva Júnior, estudaram e elaboraram o projeto cultural contendo o projeto arquitetônico da sede da Academia.

 

Contando com o entendimento da importância da ação por Arbués e demais conselheiros, o projeto foi bem avaliado e aprovado. A partir daí, porém, as primeiras tentativas de busca de patrocinador durante um ano foram persistentes, mas infrutíferas. No ano seguinte, o projeto foi refeito, reapresentado e, pela segunda vez, aprovado. Depois da apresentação à várias empresas, a empresa Rede Cemat se dispôs a entrar como patrocinadora do projeto.

 

O prédio foi construído e inaugurado em 15 de setembro de 2.000, com localização à rua Simião Arraya, 354, no bairro Cidade Velha, confluência com as ruas Francisco Dourado e Rafael Cardoso.

 

Após conseguir essa estrutura, a Academia passou a oferecer apoio de suma importância para o movimento cultural de Barra do Garças e região, pois teve suas instalações disponibilizadas para inúmeras iniciativas e atividades de grupos culturais, entidades ou artistas, como cursos de artes cênicas, artes plásticas, literatura, música, poesia, cursos de extensão, exposições, palestras, reuniões, dentre outros eventos que se seguiram daquela época aos dias atuais.

 

Presidiram até hoje a Academia, o próprio Valdon Varjão, José Mário Guedes Miguez, Aldair da Silveira Aires, Edna Oliveira Capocci, Zélia dos Santos Diniz, Eliel Ferreira da Silva e, atualmente, o acadêmico Antão Divino Arbués Nery.

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